Nossa que beijo bom, aquela boquinha macia encontrando com meus lábios quentes, aquela língua se enroscando na minha e meu corpo arrepiando todo. Eu não podia mais resistir àquela mulher... Ela mexia com meu interior, bagunçava as minhas idéias, me deixando totalmente frágil...
Continuamos a nos beijar, e cada vez mais eu a queria. Então fui descendo para o pescoço dela, beijava, passava a língua, enquanto sentia aquela água quentinha cair em nossos corpos nus.
Continuei a descer, alisava aqueles seios pequenos com minhas mãos, depois com minha boca, beijava-os. Ate que cai na realidade e parei... Não achava certo fazer o que eu estava fazendo e tampouco sentir o que eu estava sentindo...
Terminei de tomar meu banho e fui para meu quarto, sentei na cama e fiquei pensando no que acabava de acontecer...
Ela veio atrás, sentou ao meu lado, olhou fixamente nos meus olhos e me beijou novamente. Não tive como resistir àquela boca, e retribui o beijo.
Então ela se levanta, me puxa pela mão me levantando, e me beija novamente, vai descendo sua boca pelo meu pescoço, eu delirava de vontade.
Ela puxou minha toalha, me deixando nua, eu puxei a dela. Dei mais um beijo nela, quando senti que ela pesava seu corpo sobre o meu. Eu já me sentia toda molhadinha...
Ela começou a acariciar meus seios com as mãos, enquanto ainda beijava minha boca. Vai descendo para meu pescoço e aos poucos vou cedendo aos encantos dela. Fiquei toda arrepiada ao sentir aquela boca quente e macia tocando meus seios, não sei nem como descrever o que senti.
Ela continuou descendo, quando chegou a minha barriga, não pude mai conter os meus desejos. Empurrei-a para o lado, senti o perfume dos seus cabelos, o perfume do seu corpo. Então eu toquei nos seios dela, sentindo a maciez da sua pele, a quentura do seu corpo...
Deixei a vergonha e o pudor de lado e acariciei-a com minhas mãos, conhecendo assim cada curva do seu corpo. Então eu comecei a acariciá-la com minha boca, comecei pela boca dela, passei a língua em seus lábios, desci para o queixo e em seguida para o pescoço, ali ela arrepiava e pedia que eu continuasse.
...continua...
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